Mulher que transforma

Olá, gente linda!

Tudo bem? Aqui é a Giuliana Mota, embaixadora da Escola de Você.

Em 2018 a gente começou um projeto de conhecer ou revisitar o conteúdo da Escola de Você juntas, está lembrada? (Senão, olha aqui).

Bom, hoje eu resolvi pedir uma licencinha e escrever um texto diferente…

Acordei hoje com vontade de comemorar!

Sim! Este mês comemoramos o Dia Internacional da Mulher – dia 8 de março! – e durante o mês vivenciamos várias ações por todo o país com este objetivo. É um mês especial porque nos lembramos e nos conscientizamos de que somos diferentes mas iguais também… Estranho? Para mulheres não! Afinal, estamos acostumadas a ciclos. O ciclo menstrual, o da maternidade, os desafios da profissão… E como costumo dizer SÓ UMA MULHER CONSEGUE ENTENDER OUTRA! Tem coisas que, convenhamos, não dá para explicar para um homem ou ele querer entender… Pensa bem! Rsrsrs

Este mês, portanto, é de comemoração e de espera. Se você não sabe, em março contaremos os 31 dias com muita expectativa pois no dia 2 de abril a Escola de Você estará na TV! Sim, minha amiga, espera que vem coisa boa por aí…

Entretanto, a despeito da minha vontade de comemorar e de celebrar cada conquista feminina (não vou falar de queima de sutiã, voto feminino, o ingresso da mulher no mercado de trabalho e etc), me deparei hoje com notícias que não nos dão orgulho algum… Mulheres são vítimas de sequestro por terroristas, mulheres tem seus genitais mutilados, mulheres são proibidas de estudar… Aí você poderá argumentar: Mas, Giuliana, isso não acontece no Brasil! É, amiga, você está certa… Mas quantas mulheres são proibidas de continuar seus estudos pelos maridos aqui? Quantas meninas têm a sua infância roubada por casamentos precoces aqui? Quantas meninas são vítimas de abusos e estupros dentro do seu próprio círculo familiar no Brasil? Quantas meninas sofrem caladas por cada vez que escutam que determinada coisa não é para meninas ou que é feio uma menina fazer o que ela faz? Quantas e quantas mulheres sofrem assédio sexual neste país? Teve até o caso de um ator que ficou famoso por aqui pela hashtag #MexeuComUmaMexeuComTodas

E aí eu pergunto a você, amiga, será que na vida real, no dia a dia, “Mexeu Com Uma Mexeu Com Todas” mesmo? Ou isso acaba sendo mais uma das frases impactantes e empoderadoras que a gente ouve por aí?

Fica a reflexão. Há muito a se comemorar? MUITO! Mas há muito a conquistar também…

Daí a importância de iniciativas com a da Escola de Você. Se você não conhece, precisa conhecer (entra lá www.escoladevoce.com.br – São só 5 minutinhos, e é lá que o melhor acontece). Aqui, a gente aprende sobre empoderamento feminino mas não este empoderamento da mídia. A gente aprende a ter autoestima (já conversamos sobre isso aqui lembra?) e esta autoestima genuína (de dentro para fora e de fora para dentro) faz uma diferença na nossa vida. Aprendemos também a empreender nos negócios e na vida.

É esta ATITUDE (nosso próximo papo, prometo!) que transforma. Por falar em transformação é o que a gente faz aqui. Transformamos a nós e ao mundo à nossa volta, com as nossas atitudes.

Aqui, aprendemos que JUNTAS SOMOS MAIS, entendemos que se não formamos uma rede de SORORIDADE onde o lema é UMA POR TODAS E TODAS POR UMA não faz muito sentido ter tantas conquistas. Crescer sozinha não tem graça, gera competição e só fomenta aqueles estereótipos de que mulher não ajuda mulher e tantos outros que vivenciamos por aí e que falaremos ao longo dos nossos papos aqui no Blog.

Então, amigas, mudei um pouquinho a rota traçada para este ano, mas acho que a reflexão vale a pena. Vamos sim, especialmente este mês, nos comemorar e comemorar cada uma das conquistas femininas no mundo, no país, na cidade, e das mulheres que são próximas a nós. E vamos também fazer a nossa parte para que a cada 8 de março a gente possa comemorar um pouquinho mais não apenas as conquistas das mulheres, mas um mundo onde não haja um gênero que supere o outro, onde a cada dia somos mais iguais e detentores de mais direitos verdadeiros, humanos.

Giuliana Mota é filha, irmã, amiga, voluntária, tradutora, advogada, palestrante, coautora do livro “Histórias Inspiradoras Para Mulheres Que Desejam Se Reinventar” e embaixadora da Escola de Você com muito amor e muito orgulho.

 

Escolete

Eu sou uma aluna da Escola de Você com muito orgulho <3
Você sabia? A Escola de Você traz dicas e cursos online para promover seu autoconhecimento e a autonomia feminina.

15 Comentários

  1. Roberta Alves Santos

    Que bela reflexão não só para o dia da mulher,mas para a vida,pois ainda falta muito para conseguir.
    Muito bom poder aprender com vocês.
    Parabéns Giuliana!

    Responder

  2. Giu sua linda!

    Parabéns pelo texto. Uma excelente forma de refletirmos o que temos feito conosco, como olhamos as mulheres a nossa volta e o que temos feito para melhorar nossas vidas.

    #umaportodastodasporuma

    Responder
    1. Giuliana Mota de Mesquita

      Isso aí, Joanna! Somos #UmaPorTodasETodasPorUmaMesmo ! Senão for assim, para que mudar não é mesmo? Se cada uma de nós fizer o pouquinho possível… Logo logo teremos um inimaginável nossa frente!

      Responder

  3. Bom dia!
    Isso ai… somos mais todos os dias, nossas conquistas são no nosso modo de agir e viver a vida. Sendo livres.

    Responder

  4. Adorei o texto!! Isso mesmo, vivendo e aprendendo e evoluindo.

    Responder

  5. Giuli mulher incrível! Concordo plenamente com tudo, precisamos muito do uma por todas e todas por uma desde as pequenas questões a agressões do dia a dia até os grandes abusos que saem na midia! Parabéns pelo texto!

    Responder
  6. Alessandra Assumpção

    Perfeita colocação.
    Podemos começar aos poucos, ajudando uma vizinha, uma amiga do trabalho que pode estar precisando apenas de um ombro amigo para desabafar. Saber ouvir e ajudar como for conveniente, ou apenas apresentar o silêncio como respostas e dizer que ela não está sozinha.

    Parabéns..adoro seus textos.

    Responder

Deixe uma resposta