Contagiar

Olá amigas Escoletes!

Vamos falar um pouco do “ser” Escolete? Como é bom falar com vocês que também experimentam as aulas da Escola de Você. Falamos o mesmo idioma, nos entendemos.
Hoje vim dividir um pouco sobre o meu começo na EDV.

Sou muito curiosa e gosto de estudar. Amo biblioteca, sala de aula e num belo dia, procurando estudo, estava navegando na internet e vi um site: “Escola de Você”! Pensei: Escola de Você? Fiquei na dúvida de entrar ou não, mas algo dentro de mim dizia que eu devia me inscrever.

Qualquer coisa era só parar e pronto. Então me inscrevi.

Na época passava por um período muito difícil da minha vida. Estava sem chão e sem motivação nenhuma. Estava literalmente no chão.

Ao começar as aulas, logo na primeira semana, chorei rios e me conectei com a essência da escola. À medida que os dias passavam eu aprendia mais e mais e isso me motivou muito. Minha motivação – que estava vazia – se encheu dos ensinamentos vindos da escola, tantos que até transbordou. Sim! Exatamente desta forma.

Esse foi um breve relato, apenas uma introdução para que vocês consigam me entender.
Então, “transbordando”, meu primeiro impulso foi contagiar a todas que estavam ao meu lado. Queria muito que todas soubessem da Escola e que a acessassem, que assistissem às aulas e que fossem aos encontros, enfim.

Tudo era tão intenso e ao mesmo tempo tão bom que não podia guardar todo esse tesouro somente para mim. Falava o tempo todo para as que queriam ouvir e para as que não queriam também.

Eu só queria que as mulheres experimentassem o que eu estava experimentando. Pouquíssimas ouviram, mas para a maioria percebi que eu era uma completa alienada que só sabia falar desta tal Escola.

Isso dói, machuca! Não conseguia entender o porquê de tanta resistência. Via que as aulas poderiam ajudar a tantas mulheres e eu me frustrava pelo fato de a minha voz não ser ouvida.

Talvez você, minha querida escolete, passou ou esteja passando por isso. É para você que escrevo hoje. Não se entristeça, não deixe que o que pensam ou falem de você interfira no seu crescimento. Se você está aqui é porque o teu objetivo é crescer como pessoa, somente isso deve ser sua alavanca, a mola que te impulsiona. Sabe por quê? Enquanto falava e anotava muitas coisas, eu esquecia do principal.

Eu não posso dizer que sou escolete, eu tenho que ser escolete.
Contagiar pelas minhas ações. Não quero dizer com isto que não deva convidar e falar da escola, mas existe uma linha tênue, algo muito sutil. Sua melhor fala sempre será sua vida. As mudanças que gritarão por si só.

Quando falei das ações no outro post, lembrei-me desse sentimento de tristeza que era falar e falar e ninguém me ouvir. O único objetivo deste post é que você não passe por isso também. Aprendi que primeiro eu tenho que ser, entende?

É compreensível todo esse movimento do querer auxiliar, mas nem todas as pessoas estão preparadas, cada um tem seu tempo.
Aprendi que a melhor maneira de contagiar é ser, viver o que se está aprendendo.
Caso você seja uma escolete como eu, que queria contagiar todos com sua fala e sofreu por isso, não se entristeça, você não é a única! Olha eu aqui para dividir contigo esse sentimento!

Já vou esclarecendo (rsrsrs), não é que não mudei, que não coloquei em prática. É que aprendi um pouco, precisava de tempo para que os frutos aparecessem e já queria contagiar. Tudo tão novo e bom que eu estava ansiosa por dividir e percebi que não é desta forma que se contagia.

Depois de algum tempo, quando deixei de ser tão ansiosa e comecei a efetivamente viver meu aprendizado, uma pessoa me perguntou:

– Como é mesmo aquele curso que tu faz?

– Curso? Que curso?
– Aquele que tu vai aos encontros com as mulheres, tuas amigas?
– Ah sim! Os Encontros da Escola de Você!

Entendem o que eu digo?
Minhas amigas, sejam a melhor versão de vocês mesmas. Este é um caminho que só termina quando não estivermos mais aqui, porém nada impacta mais do que ser!
Sei que minha plantinha ainda é jovem neste terreno, mas mesmo as plantinhas jovens conseguem dar pequenos frutos.

Vamos juntas e como sempre não posso deixar de lhe dar aquele abraço de quebrar as costelas.
Bjus!

 

Paula Brisotto, esposa, mãe, embaixadora da Escola de Você, microempreendedora individual da área de moda, artesã e escritora/ idealizadora do blog Aprendidavida, blog que nasceu do desejo de dividir para somar minhas experiências como mãe, esposa e também como nova mulher em busca sempre. Não é um manual de como fazer isso ou aquilo, mas sim um alerta dos meus erros e acertos em todas as áreas de minha vida. Sabe esse desejo de querer auxiliar? Pois é, é esse desejo que existe no blog Aprendidavida Falo de coração para coração e desejo ardentemente apenas auxiliar para que você não tropece nas mesmas pedras que tropecei.

Escolete

Eu sou uma aluna da Escola de Você com muito orgulho <3
Você sabia? A Escola de Você traz dicas e cursos online para promover seu autoconhecimento e a autonomia feminina.

3 Comentários


  1. Isso mesmo Paula, eu me sinto também uma divulgadora, e logo no começo, falei com a Natália e ela disse que cada uma tem o seu tempo, cada pessoa uma hora ou outra entra ou não , depende muito da vida em particular de cada uma. E que bom que eu e você conseguimos conquistar vários coraçõezinhos e revelar em algumas mulheres o seu melhor! Parabéns!!

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  2. Roberta Alves Santos

    Muito contagiante o seu texto Paula.
    Guardando:
    ” Minhas amigas, sejam a melhor versão de vocês mesmas. Este é um caminho que só termina quando não estivermos mais aqui, porém nada impacta mais do que ser!”
    Obrigada pela reflexão.

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  3. Giuliana Mota de Mesquita

    Super me identifico! 🙂 #Tamojunto rsrsrs
    Como vc bem disse: “Sei que minha plantinha ainda é jovem neste terreno, mas mesmo as plantinhas jovens conseguem dar pequenos frutos.” E mesmo o fruto sendo pequenininho é tão lindo de ver! 🙂
    Obrigada pela partilha! Um abraço de quebrar costelas tb! <3

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